A Omnicanalidade na era 4.0

A Omnicanalidade na era 4.0

Pragmácio Filho explica que em princípio os empregados em regime de teletrabalho estão excluídos da limitação de horas trabalhadas, mas nada impede que as partes possam estipular uma jornada, que será controlada por meios telemáticos pela empresa. Caso seja extrapolado o limite dessa jornada, horas extras podem ser geradas.

Talvez a melhor maneira de definir Omnicanalidade seja: “Oferecer aos consumidores uma experiência única e satisfatória através de qualquer ponto de contato” seja físico ou online.

Por muito tempo houve resistência e uma “guerra” entre os pontos de venda físicos x online. Até que as empresas começaram a entender como um tipo de serviço oferecido, por sua vez, complementa o outro.

O poder de quem compra, o poder de quem valida, o poder de quem nos coloca no mercado é o grande ponto de partida do porque esta prática pode potencializar novos e velhos negócios.

O Poder da Distribuição

Seja no varejo, como na prestação de serviços. Aquela velha máxima: esteja presente onde o seu consumidor final está.

Os canais de relacionamento e comunicação da empresa estão interligados e permitem que o consumidor escolha qual o atende melhor na ocasião desejada.

Por exemplo, uma rede de supermercados como o Pão de Açúcar além de suas lojas físicas, possui e-commerce e aplicativo. Todos com potencial de vendas mas principalmente, de lembrança de marca.

Pode ser que em um dia chuvoso o potencial consumidor opte por utilizar do aplicativo para receber seus produtos no conforto de casa, e em outra ocasião, prefira aproveitar de uma oportunidade exclusiva do ponto de venda físico.

Outro exemplo seria uma loja de roupa com um grande poder de distribuição e engajamento expõe em uma feira algumas linhas de seus produtos. Chamando a atenção da imprensa especializada, gerentes de lojas físicas e consumidor final.

Ela por sua vez apenas coloca para vender em sua loja 80% dos produtos apresentados nesta feira. O que gera interesse dos clientes por aqueles outros 20% não ofertados em sua rede.

Pronto! A oportunidade de impactar o público final nasce e muitas vezes se aproveitar da impulsividade, e valor da marca, vendendo estes produtos apenas no e-commerce pode aumentar o impacto de suas vendas. O mesmo tipo de estratégia poderia ser feito nas lojas offline.

Além de aumentar o alcance e poder de distribuição, tudo é conectado e as possibilidades do mix de marketing podem ser diversas.

O que só alerta como grandes marcas podem a cada vez mais utilizar de diferentes estratégias para se manter no cotidiano de seus clientes. Por isso uma comunicação integrada é essencial para que a informação chegue ao seu consumidor, seja lá onde ele estiver.

O Poder da Informação

As variáveis são inúmeras e têm revolucionado o mercado como um todo. Com os diferentes tipos de negócio a internet possibilitou com que uma micro empresa tenha um alcance talvez jamais sonhado.

Por exemplo, uma pequena loja online de designers emergentes pode ajudar no aumento das vendas e branding de um projeto ainda na fase de construção.

Empreendedorismo e Comunidade

A rede australiana RedBubble fundada em 2006, já com um pensamento da era 4.0, reúne cerca de 70.000 criativos do mundo todo que disponibilizam prévias de seu trabalho.

São artes para camisetas, adesivos, capinhas de celular, travesseiros, posters, quadros e outras possibilidades. Com um modelo interessante para todos os envolvidos, o criativo recebe cerca de 30% do valor de cada peça vendida. Instigando o poder de

Aproveitando do poderio de distribuição, informação e da comunidade. Um exemplo completo do que seria o conceito de Omnicanalidade e empreendedorismo na era da “internet das coisas”.

O Poder da Comunidade

Criadores de conteúdo por possuírem um engajamento forte acabam funcionando como potenciais influenciadores para as marcas.

Não é difícil nos dias de hoje nos depararmos com “publis” no instagram e vermos pequenas marcas ganhando relevância se utilizando da credibilidade de seus porta-vozes.

As estratégias podem ser diferenciadas e adaptadas a realidade do influenciador. A ideia de comunidade muitas vezes se baseia em testar se aquele tipo de parceria será válido.

Por exemplo, uma influenciadora digital, como a Maju Trindade (@majutrindade), posta uma foto trajando uma jaqueta, e de forma espontânea acaba criando interesse de seus followers.

Isso pode servir de teste e validar uma ação futura. Criando valor tanto para a credibilidade e reputação da influencer, como para a marca.

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